Apesar do nome, esse corpo é tudo menos um buraco. Na verdade, ele é tão maciço que a própria luz que emite não consegue escapar de seu campo gravitacional.
Supõe-se que buracos negros ocorram em diferentes tamanhos e que exista um deles no centro da galáxia. Eles se formam quando o campo gravitacional de um corpo celeste se torna tão intenso que a velocidade de escape se aproxima da velocidade da luz. Velocidade de escape é a mínima necessária para um objeto se livrar do campo gravitacional de determinado corpo celeste.
Em 1783, o astrônomo inglês John Michell expôs pela primeira vez a possibilidade de existência desse fenômeno. A expressão “buraco negro” foi usada pela primeira vez em 1968 pelo físico inglês John Wheeler. Não é possível observar um buraco negro diretamente porque ele não emite radiação. Sabe-se que os fenômenos existem porque dá para detectar a alta energia emitida pelo gás e pelas estrelas que rodopiam a seu redor antes de serem sugadas.
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